mensagem enviada de amigos

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Era uma vez um pastor que vivia em frente à casa de uma prostituta. Observando a quantidade de homens que a visitavam, o pastor resolveu chamá-la e disse-lhe:

– Você é uma grande pecadora, diante de Deus e dos homens. Todos os dias você comete o pecado mortal da prostituição. Será que você não consegue enxergar o mal que faz a si própria e à sociedade? E o que será de sua alma quando você morrer?

A pobre mulher ficou muito abalada com aquelas palavras. Com sincero arrependimento, pediu a Deus perdão e implorou que Ele a tirasse daquela vida, dando-lhe condições de sobreviver através de um outro trabalho. Ocorreu, porém, que aquele país era pobre e havia grande miséria entre o povo. Tendo se passado uma semana inteira à mulher ainda não havia encontrado nenhum trabalho. Desesperada pela fome, foi bater na casa do pastor, pedindo-lhe um prato de comida.
– Ora, mulher. A vida inteira você se prostituiu com seus amantes e agora quer encontrar a salvação sem pagar o preço? É claro que Deus está a lhe punir, para você aprender, através do sofrimento, a nunca mais cometer os pecados de antes. Respondeu o pastor secamente.


A mulher aceitou aquela palavra e ficou muito triste. Aconteceu, entretanto, que a fome era tanta que ela, sem forças para resistir, voltou a se prostituir.
– Eu sabia! Não era sincero o arrependimento daquela mulher! Disse o pastor do outro lado da rua, assim que viu o primeiro homem entrar na casa da mulher.

O pastor, então, para materializar os erros da pobre mulher, resolveu amontoar pedras, de acordo com o número de homens que entravam naquela casa. E fez isso bem na calçada e frente à sua porta. Logo, todos da rua ficaram sabendo do ocorrido. À medida que crescia o monte de pedras, aumentavam também a vergonha e a culpa da prostituta.  Quando já havia ali muitas pedras, o pastor tornou a chamara mulher.

– Vê este monte? Cada pedra representa um dos pecados mortais que você cometeu, mesmo depois da minha advertência. Creio que nada mais se possa fazer por sua alma. Você é ré do fogo eterno do  inferno! Sentenciou ele em tom condenatório.
A pobre mulher foi para sua casa desolada. À noite, sem conseguir dormir, clamou a Deus de todo coração:

Senhor, não quero mais pecar. Leva-me desta vida triste e miserável que sofro.

Assim, a pobre mulher orava e soluçava diante de Deus. Vencida pelo cansaço, adormeceu. Naquela noite, Deus ouviu a sua oração e o anjo de morte veio levar sua vida, mas atravessou a rua e levou a vida do pastor também. A alma da mulher foi levada para o alto, enquanto a do pastor descia cada vez mais. O pastor, ao ver a mulher subindo, clamou então a Deus:

– Esta é a tua justiça, Senhor. EU passei uma vida de santidade e devoção aos mandamentos e não vou para o Céu? Esta mulher, prostituta, que viveu em constante pecado, é levada para o Céu?

Ouvindo isto o anjo respondeu:

– São sempre justos os desígnios de Deus. Você achava que o amor de Deus se resumia em julgar e condenar o comportamento do seu próximo. Seu coração se encheu de ódio e orgulho cada vez que você atirou pedras no monte para ferir a pobre mulher que um dia bateu na tua porta, pedindo ajuda e você, tendo muito, negou-lhe um único prato de comida.

Ela, por sua vez, clamou por perdão e foi ouvida. O Senhor Jesus disse, referindo-se aos fariseus: “Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, chegando-se ao primeiro, disse: Filho vai trabalhar hoje na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; mas não foi. Chegando-se, então, ao segundo, falou-lhe de igual modo; respondeu-lhe este: Não quero; mas depois, arrependendo-se, foi.

Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram eles: O segundo. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus” (Mateus 21:28-31).

Ele mesmo, diante da prostituta pega em flagrante adultério, não atirou pedras. Que Deus nos mostre sempre a Sua vontade e nos guarde de termos um coração de fariseu.

Reflita

grande abraço

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